quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Mais do que ver, reconhecer...

Compravadamente quantidade não significa qualidade, uma pessoa pode assistir a um anúncio ou ver uma propaganda incontáveis vezes e não assimilar absolutamente nada. E, em tempos no qual a interatividade comanda o mercado onde o consumidor pode criar até mesmo o próprio conteúdo personalizado, fica cada dia mais claro que os esforços em publicidade de quantidade, onde um grande número de pessoas são atingidas, podem não valer o dinheiro gasto.
Empiricamente o que vale é o que o consumidor sente, o quanto ele apreende, se emociona...
E a publicidade continua sendo uma fábrica de vender sonhos, isso não muda, jamais. Pensando nisso, o Google (os caras da convergencia da internet), fizeram uma pesquisa visando melhorar a rentabilidade do youtube.


27/10/08 - Google usa pesquisa científica para marketing

Para melhorar a rentabilidade do portal de vídeos YouTube, o Google está apostando no chamado "neuromarketing", técnicas de pesquisa científica que analisam como anúncios afetam o subconsciente de seus espectadores.

Segundo o blog Short Sharp Science, o Google contratou os serviços da americana NeuroFocus, que analisou as ondas cerebrais, movimentos oculares, dilatação da pupila e reflexos emocionais para constatar a eficiência de anúncios sobre vídeos - aquelas pequenas caixinhas que começaram a aparecer sobre populares clipes do serviço.

O teste, noticiou o blog Rough Type, envolveu 40 participantes e deu nota de 1 a 10 a quesitos como "atenção" (8,5), "engajamento emocional" (7,3) e "eficácia" (6,6).

O estudo, que teve seu resultado considerado como positivo, pode ser uma nova forma de convencer possíveis parceiros de que um novo formato de publicidade é rentável e pode ser uma boa aposta, se tornando um método mais eficiente de provar a eficácia além da chamada "taxa de cliques".

Que a Web 2.0 veio pra ficar é incontestável. Agora vamos caminhando a passos largos para a profissionalização do meio.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

INTERATIVIDADE

Primeiro eram vozes.
E vieram os desenhos.
Depois a escrita.
Antigamente, mandávamos cartas. À pena, à mão, à máquina, por correio, pelo fax, por e-mail.
Hoje já são mensagens instantâneas, SMS, áudio, vídeo, tudo, o tempo todo.
Para "não ser achado" só mesmo se não se logar.
Mas, hoje, quem é que não "se loga"?
Quem é que não tá na rede?

O mundo está interativo. E é preciso participar.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

IDÉIAS EM SÉRIE

O desafio é jogar novidades.
A intenção é ganhar.
O objetivo é trabalhar.
A idéia é pensar.
O alvo é a criação constante e freqüente.
A tendência é realizar.

Novas Mídias e Tecnologias.

Uma pesquisa recente realizada pela Accenture, consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing, revela que as empresas de mídia e entretenimento têm opiniões muito semelhantes sobre o desenvolvimento da mídia digital nos próximos cinco anos.

A maioria dos pesquisados (70%) avalia que parte importante das receitas incrementais virá de formas alternativas de mídia, como vídeo sob demanda, publicidade digital ou mídia social e conteúdo gerado pelo usuário.

Segundo os entrevistados, quatro dos principais fatores responsáveis pelo crescimento da receita nos próximos cinco anos serão:

• Distribuição multiplataforma - quando perguntados sobre os maiores influenciadores para o crescimento de suas receitas, 66% citaram novas plataformas e formas de entregar conteúdo. A pesquisa constatou também que 24% dos pesquisados indicaram novos tipos de conteúdo e 10%, expansão geográfica. Já 63% responderam que seguirão uma estratégia de distribuição "multitelas", que inclui televisão, internet e celular.

• Vídeos curtos - quando perguntados qual o tipo de conteúdo vai gerar o maior crescimento, a maioria dos pesquisados (38%) citou os vídeos de curta duração. A distribuição on-line em portais ficou em segundo (23%) e os videogames em terceiro (18%).

• Mídia social - Dois terços dos entrevistados (68%) identificaram a mídia social e o conteúdo gerado pelos usuários como uma oportunidade em ascensão. Mais da metade (56%) disse já estar envolvida com a mídia social de alguma forma.

• Publicidade - quando questionados sobre qual seria o principal modelo de negócios em cinco anos, cerca de dois terços (62%) escolheram os programas suportados por publicidade (advertising-supported), comparado com 25% que citaram serviços com base em assinaturas (subscription-based services) e 11% com serviços de pay per play (sob demanda).

Outros destaques do estudo é que 52% vêem a publicidade digital aproximando da tradicional nos próximos cinco anos. Mais de 50% dos executivos de mídia disseram acreditar que sabem quais são as capacidades que precisam para transformar os seus negócios. Além disso, 71% acreditam que a web 2.0 veio para ficar e não vêem nenhum risco em associar suas marcas com a mídia social.

De certa forma curioso é o dado segundo o qual os executivos não têm idéia sobre quando o mercado em celulares decolará, já que 55% responderam que esse segmento só se tornará realidade para as massas em três anos, enquanto 45% disseram que deve demorar mais.

O estudo, denominado Global Media Content 2008, foi realizado pelo terceiro ano consecutivo, com cerca de cem líderes empresariais da indústria de mídia e entretenimento e analisou as estratégias de crescimento de empresas com atuação nas áreas de publicidade, filmes, música, publicações, rádio, internet, videogames e televisão.

Nascendo

A Serial começou suas atividades no mês de agosto para ser bem exata.
Foi durante o projeto Aqualume, que foram confirmados o seu potencial e as possibilidades de atuação no mercado.
Uma empresa que trabalhe o Audiovisual, desenvolva conteúdos para as diversas plataformas e pense e crie novas formas de comunicação.
A gente acredita mesmo que tudo isso (e mais, muito mais) pode, de fato, ser realizado.
São muitas idéias, muitos ideais.

E que as idéias sejam em Série. SERIAL